||||||||||||||||||||||||||||||| Walk and Talk

de férias

February 9, 2010 · Leave a Comment

Quando se compartilha muitas coisas de sua vida com alguém, com o mesmo alguém, é difícil perceber o quanto essa pessoa vai ocupando quase que perfeitamente espaços que você nem sabia que estavam vazios.

Dia 3, tirei férias dele. Não do que sinto por ele.

Me perguntaram se eu sentiria muitas saudades. Achei que não haveria tempo hábil pra isso, mas podia ser que fosse uma daquelas respostas que inventemos pra nós mesmas só pra ter o que dizer pros outros. Acontece que na minha cabeça, que às vezes funciona de um jeito questionável, acho que não faz sentido sentir saudades quando quem está longe está feliz. E aí é que entram duas outras questões:

. Longe: já me senti muito mais longe de gente que estava ali do meu lado, almoçando comigo, olhando pra mim sem ouvir o que eu falava. Depois de um telefonema, algumas mensagens e e-mails, achei curioso perceber que estar longe é diferente de estar distante. Só não fiquei feliz porque fiquei preocupada.

. Feliz: anos atrás, alguém muito incomodado com meu jeito de ser perguntou por que (diabos) eu não gostava de fazer planos. Se bem me lembro da resposta que dei (ou adaptando para a forma como penso hoje, e que não mudou muito), disse que acho que planejar coisas demais é o tipo de coisa inútil. Até porque, se no começo do caminho algo não sai como o esperado, todo o resto vai por água abaixo. Só acho que faz sentido planejar algumas coisas como, por exemplo, viagens.

Depois de viver uma ansiedade que não era minha, de ficar preocupada e com uma sensação ruim de não poder fazer nada, depois de me sentir um pouco estranha em estar me divertindo por aqui com meus amigos, tive uma notícia boa. Hoje, dia 9, fiquei sabendo que algumas coisas foram consertadas e vão sair como o planejado:

Ele planejou se divertir com a irmã. Eu planejei me divertir todos os dias até o fim da vida, da forma como der. Absolutamente nenhum plano foi feito sobre sentir saudades.

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Mulherice

January 22, 2010 · Leave a Comment

Hoje, saindo daqui, tenho uma festa de aniversário. Saí de casa atrasada pra trabalhar e ao longo do dia fui percebendo que não troquei o brinco, minha sobrancelha não está 100% feita, meu cabelo tá arrepiado (como em todos os dias de chuva) e minhas mãos estão extremamente secas. Foi então que me dei conta que só uma coisa seria capaz de resolver tudo de uma vez: uma nova calça jeans.

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pensando alto #11

January 13, 2010 · Leave a Comment

Mordendo palavras. Uma expressão usada quando quase se fala coisas sem pensar e as engole minutos antes de ganharem som. Ou quando se sente tantas coisas novas que algumas delas são traduzidas e verbalizadas sem que você tenha o controle disso. É para aquelas horas em que se sente tão à vontade que, ao invés de soltar pum, pensa alto demais e precisa dar um jeito. Também praquelas horas em que você começa a perder o senso crítico, o medo de passar vergonha ou parecer ridícula. Termo usado também quando percebe que a maior parte das outras formas de expressar o que se sente já foram usadas (também naturalmente, também sem querer). Coisa de quem tem mania de falar o que pensa e sabe que, em certos momentos, não é o melhor a fazer. Coisa de quem, sabe-se lá porquê, acha que tem que esperar e ver o que acontece.

Estou mordendo palavras ultimamente. Mas alguns pedacinhos sempre escapam.

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colocando na balança

December 24, 2009 · 2 Comments

Da mesma forma que o ano só começa depois do carnaval, é preciso concordar que a essa altura, dia 24 de dezembro, o ano já acabou. Não costumo seguir muitas tradições desta época do ano, mas uma delas eu não consigo evitar: fazer o tal balanço de tudo o que aconteceu.

Pra se ter uma idéia, comecei 2009 com a minha mãe, pulando ondas da praia de Tambaú. Brindamos com água de côco, comemos queijo coalho como ceia e rodelinhas de cana de açúcar como ceia. Talvez poucas pessoas entendam, mas foi perfeito. De certa forma, ficava anunciado ali que este seria um ano diferente.

O carnaval eu passei acampando com meninas super legais numa cidade do interior que recebe todo ano 15 vezes sua população. A ótima companhia compensava a falta d’água e o mundaréu de gente. Concluí aquilo que eu já sabia: deteeeesto carnaval!

Daí, em maio, com a cabeça totalmente em parafuso, fui viajar. Tirei férias do trabalho e da minha própria vida pra pensar em tudo que estava confuso. Revi uma amiga de anos, andei por lugares que não conhecia, ouvi idiomas que nem sabia que existia, gastei dinheiro sem dó e dei risada. Minha nossa, como dei risada! Vi que tem coisas muito maiores do que os problemas (hoje pequenos) que eu estava enfrentando na época.

Voltei com tudo um pouco mais claro. Cheguei com saudade, de casa, da minha mãe, de pessoas especiais. Fui bem recebida por pessoas que gostam de mim, ganhei força nova pra resolver as coisas.

Passei por duas mudanças na carreira, a segunda consertou a primeira e hoje está tudo bem. É óbvio que não foi tudo 100% bom: me decepcionei com algumas pessoas mas, sendo um pouco Poliana, foi importante pra que eu aprendesse em quem confiar. Também me surpreendi com outras pessoas que eu já gostava e passei a gostar ainda mais. Passei a cuidar mais de mim, e não só por mim.

Estou terminando o ano com uma sucessão de dias deliciosos, felizes mesmo, cheios daquelas pequenas coisas simples que fazem toda a diferença. Termino o ano também com a tranqüilidade de quem conseguiu ser tão sincera quanto acha que todos deveriam ser, que disse ou expressou em gestos tudo aquilo que sente, no melhor estilo “doa a quem doer” (e com a ciência que doeu a poucos).

Termino 2009 agradecendo: obrigada a todos que fizeram deste um ano absurdamente bom pra mim.

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combinações

December 11, 2009 · 1 Comment

Vamos supor que os relacionamentos sigam alguma lógica exata. Se fosse assim, acho que daria pra relativizar a importância de alguém na sua vida de acordo com as experiências boas que esse alguém te proporciona. E claro, como uma regra matemática, valeria para todos os tipos de relacionamento, sem exceções.

Porque além de tudo que se pode sentir por alguém, talvez seja ainda mais importante tudo aquilo que você pode sentir com alguém. E aparentemente é aí que está o “segredo”.

É gostosa a sensação de se sentir à vontade, de poder ser quem se é e ainda assim agradar. Assim como a tranqüilidade de não se preocupar com algumas coisas, ser espontâneo sem ter que justificar o motivo de estar feliz ou triste.

Mesmo que aconteça naturalmente, é uma surpresa quando você percebe que a intimidade chegou. Uma relação que começa no cheiro, no gosto, na forma de andar, no olhar. Primeiro na forma de dizer e depois nas coisas que não são ditas.

São só detalhes. Só eles. Aquelas coisas que fazem momentos e pessoas serem pra sempre, mesmo que sejam por pouco tempo.

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apagando

November 25, 2009 · 1 Comment

No dia 10 de novembro deste ano, o famoso “dia do apagão”, fiquei incomunicável. (não se preocupe, não vou ficar aqui descrevendo como foi essa minha emocionante experiência, vou só fazer um breve resumo, ok?) Breve resumo: acabou a luz, com ela o telefone sem fio ficou sem função e sabe-se lá porque, o sinal do meu celular também se apagou. Pessoas na rua gritaram.

É óbvio que nessa onda de desespero hollywoodiano condensada no famoso 2012, pensei com toda a classe que tenho: “F*deu, o mundo vai acabar antes. Tipo… agora!”. E aí, como não tinha absolutamente mais nada pra fazer, me pus a pensar nesse momento “de despedida”.

. Pensamento 1: “Puts, eu vou mesmo morrer sozinha? Que triste e sem graça.” – Essa história de olhar pro teto e pensar no mundo acabando me deu uma coisinha nostálgica. Queria dar um abraço na minha mãe antes de sentir o teto caindo, um último momento de “é nóis, mano!” pra que anos à frente nossos fósseis fossem estudados pelos ETs como um bicho só com duas cabeças. Mas em seguida, tendo o fato como inevitável, pensei que pelo menos meus últimos dias tinham sido bons, felizes, gostosos e bem aproveitados.

.  Pensamento 2: “Perdi, preibói! Devia ter gastado todas as minhas economias numa puuuuta viagem. Ou em sapatos.” – Autoexplicativo.

. Pensamento 3: “Cadê o Bruce Willis, carai?!” – Desde que eu assisti Armagedon, e ele colocou explosivos no meteoro gigante, fiquei ainda mais convencida de que ele é o cara! Ele é duro de matar, ele ajudou a NASA, ele salvou o mundo. Bateu uma certeza de que tudo poderia acontecer, ele iria dar um jeito. Mas não rolou…

. Pensamento 4: “Vai doer?” – O mundo ia acabar. Isso eu entendi, beleza. Mas eu especificamente, iria morrer como? Despencaria prédio abaixo, teria um ataque de susto e pararia de respirar, seria lançada pelos ares quando o centro da terra explodisse, tropeçaria na tentativa de fugir e bateria a cabeça na quina da escada? Não sei. Mas queria que fosse uma coisa meio “1, 2, 3 e já!”

. Pensamento 5: “Deixa de ser trouxa. Faltou luz em Higienópolis, oras. Grandes merdas!” – Eu não tinha noção nenhuma da proporção da coisa toda. Saí na janela, e vi espíritos pessoas andando com velas em seus apartamentos.

Antes do pensamento 6, eu dormi. E pelo que pude ver, o mundo ainda não acabou. Mas essas histórias todas de pais que matam os filhos, que esquecem os filhos no carro, iceberg derretendo, trânsito recorde em São Paulo e gente que faz bronzeamento artificial só podem ser um sinal. O mundo tá ficando louco aos pouquinhos, preparando o bote. A qualquer momento o planeta vai sumir e, pasmem, o Silvio Santos também. Cuidado!

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decisões

November 5, 2009 · 2 Comments

Acabo de chegar em casa.

Na frente do prédio, um carro de polícia parado e outro que partia. Na calçada, conversando com dois policiais, o zelador do prédio e o porteiro que, pelo horário, já deveria ter ido embora.

Caminhei curiosa pelo corredor até o hall de entrada. Perguntei para o porteiro que tinha acabado de começar o turno e, enquanto o elevador não chegava, ele me contou o que tinha acontecido.

“- Lembra que outro dia você chegou e eu tava conversando com uma senhora aqui? Do 22? Então, ela se matou.

- Quando isso, hoje?

- Não, faz uns quatro dias. Notaram por causa do fedor. Arrombaram o apartamento e encontraram ela (sic) enforcada.

- Mas gente, como assim? Ela morava sozinha, não tinha parentes? Ninguém sentiu a falta dela?

- Tinha parentes, mas eles não vinham. Estão vindo agora buscar o corpo, tá aí ainda. Se você sentir algum cheiro forte, é dela.

- Tá…”

Uma pessoa morreu e ninguém sentiu falta. Ficou quatro dias sem dar nenhum sinal de vida, irônica e literalmente, e não vieram saber o que tinha acontecido. Decidiu acabar com a própria vida provavelmente por causa da tristeza do abandono, por se sentir sozinha demais. E mesmo assim, não chamou a atenção de ninguém. Só quando começou a incomodar.

Eu não a conhecia e consequentemente sou mais uma pessoa que não sentirei sua falta. Não sei que cara ela tinha, nem que idade, nem nada. Sei só que três andares abaixo de mim, acredita-se que num sábado absurdamente lindo, ela decidiu que não queria mais viver.

E isso me fez pensar mais forte em coisas que penso todos os dias. Eu quero e vou viver toda a vida que tiver na minha frente. Eu pretendo incomodar pessoas em vida, pra que elas sintam falta de mim e me tirem de alguma ausência de felicidade. Eu faço questão de fazer amigos novos e manter amigos velhos. Eu gosto de dar risada e de sentir o sol quente no meu rosto. Eu gosto muito de mim mesma.

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pensando alto #10

October 26, 2009 · Leave a Comment

É claro que é difícil explicar tudo que estou vivendo nos últimos dias. Mas o bom é que eu simplesmente não tenho que explicar nada.

Porque se me perguntarem se isso é certo ou errado, eu vou dizer que estou feliz sem fazer mal a ninguém e, sinceramente, é só o que importa. E se me perguntarem como eu vejo essa história no futuro, então sou eu quem pergunto: que futuro? O futuro uma hora chega e de qualquer jeito vai ser como tiver que ser, eu é que não vou me preocupar com isso.

Se disserem que eu estou me arriscando, vou lembrar que é justamente aí que está o frio na barriga, a emoção disso tudo. E quando me lembrarem que eu posso acabar me machucando, vou agradecer a preocupação carinhosa e dizer que sei disso, porque existem mil formas de quebrar a cara nessa vida. Já tenho arranhões e cicatrizes, sei lidar com isso.

Por ora, vou continuar me dedicando ao agora e fazer dele o melhor que puder ser. Eu gosto de me sentir assim, inconseqüente e indiscutivelmente bem.

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fight for your right

October 21, 2009 · 5 Comments

Enquanto eu esperava meu ônibus chegar, um homem que passava na rua me chamou atenção. Sujo, entre bêbado e drogado, sozinho, ele lutava. Eram socos, chutes, xingamentos ao vento. Teve até mesmo uma pedra que ele pegou do chão pra atacar em seu inimigo invisível (mas desistiu porque, na lógica individual dele, teve o julgamento de que seria uma coisa errada). Ele fazia tudo isso andando. Entre pontapés e maldizeres, a caminhada era ininterrupta.

As pessoas ficaram olhando. Algumas achavam graça e riam, outras pareciam tristes com aquele olhar de “Onde vamos parar? Onde já se viu? É nisso que dá beber tanto!”. Mas acho que não perceberam o que me pareceu óbvio: todos nós passamos por isso.

A verdade é que todos nós lutamos. Sem saber contra quem, sem saber quando a luta termina, todos nós lutamos. O pugilismo é natural da sobrevivência. Essa coisa de se defender de ameaças que só a gente vê enquanto outros muitas vezes riem da gente, julgando superficialmente o que lhes parece loucura. Às vezes a gente toma um golpe baixo e não tem juiz pra ver e mandar parar. Então a única saída é segurar a dor e levantar de novo, com cabeça erguida e pronta pra tomar mais quantos socos e tapas forem necessários.

Mas também, claro, a gente dá muita porrada por aí. Por reflexo ou por raiva, às vezes sem nem saber direito o que tá fazendo. Faz gente chorar e sentir dor, causa sensações de derrota sem se sentir vitorioso. É uma luta diária e sem regras, sem lógica inclusive.

Enquanto vinha pro trabalho, dentro do ônibus, fiquei torcendo pelo cara. Torci pra que ele não ganhasse aquela briga e continuasse lutando, e andando, e seguindo em frente vivo. É necessário ter uma emoção constante, uma revolta que motive a seguir insistindo em pequenas grandes causas individuais. Pelo estado do homem que vi, talvez aquela fosse a última batalha pessoal dele. Então, que não termine, que seja forte em sua loucura.

(sim, eu tenho uma coisa meio freak-do-saco-plástico do Beleza Americana, e daí?)

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chat line ;)

October 16, 2009 · 1 Comment

Quando criei este blog, ao contrário do que diz a intro na coluna aí do lado (————————>) ele tinha sim um propósito: falar sobre coisas que eu via quando ando por aí e sobre conversas legais. Daí to Walk and Talk. Dãh!

Hoje, lendo o post do Favaro, lembrei disso. E lembrei de uma conversa que tive com o Duccigno. E lembrei que foi tão legal que tinha guardado. E lembrei que tinha guardado e nunca tinha postado. Então.. tchanã! Segue:

Água…  diz:

me conta aí alguma coisa..

Edu diz:

Wilson: “How’d you get here?”
House: “By osmosis.”

Água…  diz:

Eu deveria ter entendido? eu deveria ver house? eu precisaria ter visto house pra ter entendido?

Edu diz:

sim

Água…  diz:

ai…
vamos começar de novo?
daí vc faz alguma coisa com friends ou the big bang theory

Edu diz:

ta

Água…  diz:

—-
me conta aí alguma coisa..

Edu diz:

how YOU doin?

Água…  diz:

po.. na real, a resposta é: tô bem chata hoje.
daí pensei: “vou falar com duccigno pq ele é legal e eu vou ficar legal tbm”

Edu diz:

a internet faz de tudo hoje, né?
se te perguntassem
vc só pode ter uma coisa
internet, telefone, tv/DVD
acho que ninguem escolheria as duas ultimas opcoes

Água…  diz:

mas assim tá fácil, né?
e se te perguntassem:
vc só pode escolher uma coisa. internet, chocolate, sexo ou edredon?
o q vc responderia?

Edu diz:

putz, vc foi cruel demais agora

Água…  diz:

toma essa!

Edu diz:

eu quero chocolate
a axe podia fazer umas mulheres de chocolate
tamanho real

Água…  diz:

ai.. mas imagina vc dar uma mordidinha na orelha dela, e de repente ela vida o wellington camargo?!

Edu diz:

vc nao gosta de mim hoje, é isso?

Água…  diz:

Hauhauahua
ah.. desculpa.. tô chata mesmo
tchau vai…

Edu diz:

sabia que o wellington camargo foi encontrado pelos policiais daqui?

Água…  diz:

não sabia!

Edu diz:

pois é..
e dai ne?

Água…  diz:

uahauahuahauahuahauaahauahuahauah é…

Edu diz:

ja viu o clip do rammstein?
german pussy

Água…  diz:

ixe.. não.
me assusto só de pensar numa german pussy

Edu diz:

Insane
http://visit-x.net/rammstein/

Água…  diz:

eu tenho medo de rammstein acho..
mas vou ver, a curiosidade é maior.
tá.. vi 3 segundos.

Edu diz:

ele tem voz de sei la

Água…  diz:

estou no trabalho e não posso ver mais que isso.
eu não podia esperar nada leve de uma german pussy, né?

Edu diz:

Huahuauhahua
vc num viu nada..

Água…  diz:

po.. day play e já vi 3 segundos de pussy.
achei o suficiente.
estou na firma!

Edu diz:

Huahuahua
a coisa vira porno mesmo

Água…  diz:

vou continuar ouvindo Rape-me!
mais saudável

[[...]]

Edu diz:

queria ir ao cinema sozinho de novo
mas nenhum filme legal em cartaz

Água…  diz:

nenhum? nem daqueles que vc nunca ouviu falar?
olha.. esse é pra um nível avançado: ir sozinho e escolher o filme só na bilheteria.

Edu diz:

Sinopse: Casal que perdeu o filho recentemente adota uma menina de nove anos que se revelará muito menos inocente do que aparenta.
acho que quem escreveu essa sinopse tava com vontade de cagar
principalmente se vc ler rapido.. aumenta essa impressão

Água…  diz:

isso é a sinopse inteira?

Edu diz:

É
dava pra resumir mais ainda
Casal perde o filho e pega uma mina zuada.

Água…  diz:

uahauhauhauhauhauhaua
ou então “casal só se fode.”

Edu diz:

Casal toma no cu o filme inteiro.

Água…  diz:

“casal #VDM”

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