É claro que é difícil explicar tudo que estou vivendo nos últimos dias. Mas o bom é que eu simplesmente não tenho que explicar nada.
Porque se me perguntarem se isso é certo ou errado, eu vou dizer que estou feliz sem fazer mal a ninguém e, sinceramente, é só o que importa. E se me perguntarem como eu vejo essa história no futuro, então sou eu quem pergunto: que futuro? O futuro uma hora chega e de qualquer jeito vai ser como tiver que ser, eu é que não vou me preocupar com isso.
Se disserem que eu estou me arriscando, vou lembrar que é justamente aí que está o frio na barriga, a emoção disso tudo. E quando me lembrarem que eu posso acabar me machucando, vou agradecer a preocupação carinhosa e dizer que sei disso, porque existem mil formas de quebrar a cara nessa vida. Já tenho arranhões e cicatrizes, sei lidar com isso.
Por ora, vou continuar me dedicando ao agora e fazer dele o melhor que puder ser. Eu gosto de me sentir assim, inconseqüente e indiscutivelmente bem.
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