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focinhos gelados para corações moles

July 17, 2009 · Leave a Comment

No final de semana retrasado, tive a feliz idéia de passear com uma amiga e fomos até o casarão da Paulista, onde ficam alguns animais para serem adotados. São gatos e cachorros muito, muito fofos. Todos com uma carinha de “me leva” que, naquele frio, eram ainda mais convincentes.

Acontece que eu gosto DEMAIS de cachorro e justamente por isso não teria um atualmente. Porque eu moro sozinha e fico a maior parte do dia fora de casa; porque eu moro em apartamento e não confinaria um animal ali dentro, porque eu só vou ter um cachorro quando puder cuidar bem dele.  Então eu olhei pra todos eles, pensei em tudo isso, e fiquei “meio assim”, sabe?

Até que hoje, pelo Twitter, fiquei sabendo de uma iniciativa da prefeitura de São Paulo para incentivar a adoção de animais. Se você pode ter um e está pensando em comprar, dá uma lida aqui no post da @mellancia antes.

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Vou de [?], cê sabe…

May 15, 2008 · 2 Comments

(1)Para fugir do trânsito paulistano, (2)para colaborar com a luta pelo aquecimento global, (3)para manter alguma freqüência na prática de exercícios físicos, (4)para protestar contra as condições do transporte público: (5)agora vou para o trabalho a pé.

1. Adoro dirigir. Não que eu dirija bem (e não que eu dirija mal, que fique bem claro), mas acho o máximo da independência você pegar seu carro e sair pelo mundo afora. A sensação é indescritível, o famoso direito de ir e vir materializado. Um benefício que, como a maioria das coisas, tem seu preço.

Eu não tenho carro; e pensando bem não preciso ter um carro. Mas até bem pouco tempo pensei em bancar esse luxo para sair por aí sem rumo ouvindo Pearl Jam em alto e bom som. Só pensei: e pensei no preço do combustível, no seguro, nos estacionamentos, nos recordes de engarrafamentos seguidos… Cansei de pensar. Enquanto ainda não estou 100% certa de comprar um carro, passei outros luxos menores na frente.

2. Todo mundo já sabe que são várias as pequenas atitudes que se pode fazer para que as calotas polares parem de diminuir e que o inverno continue sendo uma época fria. Posso dizer que sou uma ecochata, sempre que posso fazer alguma coisa para evitar desperdício, eu faço. Por isso, enquanto posso uma parte do que faço agora é evitar um veículo poluente, pelo menos na hora de ir ao trabalho.

3. Durante as férias eu engordei. Antes das férias também. Na verdade, tenho a impressão que cada aniversário meu me dá alguns quilos a mais de brinde. Mas, além disso, sempre fui meio atleta, sempre consegui manter meu condicionamento físico em bom estado… até um tempo atrás. Com a falta de tempo, estou vendo alternativas para manter meu corpo equilibrado mantendo mente e bolso também em bom estado. Já que eu não posso mais nadar, vamos então caminhar!

4. Antes de começar a ir a pé eu ia de ônibus, assim como milhões de brasileiros também fazem para chegar ao seu ganha pão. Desde que me mudei pra São Paulo, sempre morei relativamente perto dos lugares onde trabalhei: atualmente levava cerca de 15 minutos no trajeto. Já a espera… O ponto aqui perto de casa fica embaixo do elevado, próximo ao metrô Marechal Deodoro. Quem conhece sabe que a paisagem é feia e os freqüentadores também, acho que só o ônibus em si que é bonito. Se considerar que no meu caso existe apenas uma opção de ônibus pelo qual espero em média meia hora todas as manhãs (independente da hora que eu chegasse no ponto, era meio que uma sina, um “karma”), me livrei de boa!

5. Há mais ou menos 3 meses passei a morar a 2,5 km da agência. Parece muito? Não, nem mesmo parece muito, é pouco mesmo. Agora que voltei para uma área onde o horário de chegada é mais flexível, acabaram-se todas as poucas desculpas que eu tinha para não ir andando. Saio de Higienópolis, passo por perdizes e, tchanã!, cheguei no trabalho! É tão perto que (pelo menos nesses dias frios) não dá tempo nem de suar.

E você, como vai trabalhar? E por quê?

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[alegria]

March 17, 2008 · Leave a Comment

Tudo bem que em boca fechada não entra mosca. Mas se você conseguir ficar com a boca fechada durante todo o espetáculo do Cirque de Soleil, te dou um doce. Tá, mentira, não dou nada!

Fato é que lá fomos nós, namorado e eu, assistir ao famoso Alegria. A expectativa era grande, estava quase fácil decepcionar, mas aqueles caras foram muito além do que eu imaginava. São fod@s!

Uma noite assim, importante, nos fez passar por alguns momentos marcantes.

#1 [momento trânsito paulistano] – Quem é de São Paulo pode ter a noção de que Higienópolis nem é assim tão longe do Parque Villa Lobos. Mas nem sonhando que a gente arriscaria um atraso, né? Então saímos com 2h de antecedência. E chegamos com 1h.

#2 [momento agora gasta mesmo] – Se o ingresso, que não é nenhuma pechincha, você já bancou, segue o ritmo e se prepara pra gastar R$ 20 de estacionamento, R$ 4 por um refrigerante em lata, R$ 13 por um balde de pipoca. Ressalva: vamos ser justos, o balde funciona também como souvenir. :)

#3 [momento vergonha alheia] – Antes do espetáculo eles avisam umas 487 vezes: não pode tirar foto. Se você não entendeu e quer que desenhe, beleza, eles colocaram mais 34987 plaquetas dizendo que não pode fotografar. No início do espetáculo, um personagem fofo falando em gringuês também avisa que não pode fotografar. E todos os avisos avisam ainda que não é por nenhuma questão de direito autoral ou coisa assim; é que os flashes prejudicam a visão, deixam as pessoas desnorteadas e, cá entre nós, ninguém queria que nenhum artista se quebrasse por causa de uma foto, né? Mas estamos lá, tudo lindo e organizado, quando de repente >FLASH<. Putaquepariu, gente mal-educada e burra dos infernos!

Mas a verdade é que esses 3 foram os únicos momentos negativos da noite de ontem. Se eu fosse escrever tudo o que gostei, ficaria mais tempo escrevendo do que durou o espetáculo.

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